Tudo começou com uma escolha
Antes de qualquer presente chegar ao hospital, houve pessoas que decidiram fazer parte dessa história. Ao adotar uma cartinha, cada colaborador recebeu mais do que um pedido: recebeu a chance de responder a uma criança que vive, neste momento, uma realidade bem diferente daquela que costumamos associar à infância, e muita gente se pegou pensando no que escolher, em como acertar e em como aquele presente seria recebido.
Assim, uma ação simples virou uma corrente coletiva, em que cada colaborador escolheu uma cartinha, cada cartinha ganhou um presente e todos esses gestos, somados, chegaram juntos ao SOPAI.
O dia em que a espera virou encontro
No dia 9 de outubro, a equipe do Instituto Qair chegou ao SOPAI para transformar os presentes preparados durante a campanha em encontros de verdade. Voluntários da Qair participaram da entrega, e uma visita especial deixou a tarde ainda mais leve: o Minion esteve no hospital para interagir com a equipe e com as crianças e levar um pouco mais de descontração a um dia que já era especial.
Tudo foi conduzido com respeito ao ambiente hospitalar e às orientações da instituição, porque a intenção nunca foi montar um espetáculo, e sim valorizar os pequenos momentos que aconteceram naturalmente, como um brinquedo sendo recebido com curiosidade, uma reação espontânea, um sorriso que surgiu sem aviso ou uma conversa que tornou a tarde diferente. São cenas que parecem simples, mas que ganham outro peso quando acontecem em um lugar de cuidado.
Solidariedade que começa dentro da empresa
O que aconteceu no SOPAI mostra uma dimensão importante do trabalho do Instituto Qair, que é estimular a solidariedade como parte da cultura da empresa e construí-la de forma coletiva. A campanha nasceu dentro da Qair, entre colegas, mas o seu efeito foi muito além dos nossos escritórios e complexos.
Ao adotar uma cartinha, cada participante passou a fazer parte da história de uma criança que não conhecia pessoalmente, e foi justamente essa distância que a ação ajudou a encurtar. Isso nos lembra que o voluntariado não precisa começar com grandes gestos, já que muitas vezes ele nasce de uma escolha simples: olhar para uma necessidade, decidir ajudar e perceber que aquilo que fazemos pode significar muito para outra pessoa.
Um Dia das Crianças com mais carinho
O Dia das Crianças costuma ser lembrado com brincadeiras, presentes e festas, mas para algumas crianças a data chega no meio de uma rotina de cuidados e tratamentos. Por isso, levar até elas um momento de afeto e descontração é também uma forma de lembrar que a infância continua existindo, mesmo nos dias mais difíceis.
No SOPAI, a ação do Instituto Qair buscou criar esse espaço, em que era possível receber um presente, interagir, brincar e viver algo diferente dentro da rotina hospitalar, sem fazer da realidade dessas crianças uma narrativa, e com a certeza de que pequenos gestos podem tornar um dia inteiro mais leve.
Pessoas que fizeram essa corrente acontecer
A ação só foi possível porque muita gente decidiu participar: os colaboradores que adotaram as cartinhas, os voluntários que estiveram no SOPAI, a equipe do Instituto Qair e o hospital, que acolheu a iniciativa e tornou o encontro possível. Cada pessoa teve um papel nessa corrente, e é essa construção coletiva que dá sentido ao voluntariado, porque, quando cada um contribui com aquilo que pode, um gesto individual se transforma em algo compartilhado.